Força do braço
Eu pensei que podias sozinho.
Nunca entendia o que valia.
A ignorância se fazia.
Orgulho e preocupação fizeram morada em mim.
Nunca imaginei o tamanho do pecado assim.
Quando falhava e não corrigia.
O tempo passava e eu morria.
Pensei que conseguiria com a força do braço.
Ambição, o caráter falho fez regaço.
Tudo confuso e escuro.
Não tinha paz e nem escudo.
Se questiono ou aceito, agora sei.
Se erra meu defeito, falhei.
Talvez esse turbilhão se deu por que pequei.
Giovane Silva Santos
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