quinta-feira, 21 de março de 2019

Força do braço

Eu pensei que podias sozinho.
Nunca entendia o que valia.
A ignorância se fazia.

Orgulho e preocupação fizeram morada em mim.
Nunca imaginei o tamanho do pecado assim.
Quando falhava e não corrigia.
O tempo passava e eu morria.

Pensei que conseguiria com a força do braço.
Ambição, o caráter falho fez regaço.
Tudo confuso e escuro.
Não tinha paz e nem escudo.

Se questiono ou aceito, agora sei.
Se erra meu defeito, falhei.
Talvez esse turbilhão se deu por que pequei.

Giovane Silva Santos

Nenhum comentário:

Postar um comentário